R$ 38,00
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  • Lançamento: 2019
  • 1ª reimpressão: 26/06/2020
  • Formato: 12x18 cm
  • Páginas: 84
  • ISBN: 978-85-93715-38-9
  • Arte da capa: Juliana Bernardino


O QUE DISSERAM SOBRE O LIVRO

Folha de S. Paulo

Revista Continente

Jornal Rascunho

Jornal Opção

Deriva

Época


SOBRE O LIVRO

"Os poemas de Ana Guadalupe não têm manhãs gloriosas, tardes ensolaradas, passeios pela ponte. As praias são perigosas, a espera no ponto de ônibus não tem fim, e mesmo os néons dos parques de diversão são fonte de desconfiança.

O pássaro, aqui, não passa de uma estampa na camisa.

Difícil saber em quantas casas já viveu. Em um poema, diz que são dezenove, mas mente que são 22 para impressionar. Em outro, fala em 23. A casa é sempre temporária e, a qualquer momento, o contrato do aluguel pode ser suspenso pelo proprietário.

Então pra onde se volta quando acaba o dia? (...)

Tem muita solidão, paranoia, ansiedade e melancolia nesses poemas. Muito medo de errar. Pior ainda, medo de que os outros notem o medo, vejam o medo como um rato que escapuliu de dentro da roupa.

Mas tem muito humor também. (...)

Ana Guadalupe é uma poeta extraordinária. Prima brasileira da norte-americana Lucia Berlin, sua escrita é marcada por uma franqueza brutal, sem autocomiseração, e uma graça que é só dela."

Alice Sant’Anna


A AUTORA

Ana Guadalupe nasceu em Londrina em 1985, graduou-se em Letras pela Universidade Estadual de Maringá e hoje vive em São Paulo. É poeta e tradutora. Publicou os livros Relógio de pulso (7Letras, 2011) e Não conheço ninguém que não seja artista (Confeitaria, 2015, com fotografias de Camila Svenson). Além disso, participou de projetos literários no Brasil, na Espanha, em Portugal , no Chile, no México, nos Estados Unidos e na Inglaterra e integrou dez antologias.