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A Colecção - Ano III (Volume 3)


Título: Ágil mesmo nu (Um sobretudo nos trópicos)
Autor: Miguel-Manso
Posfácio: Patrícia Lino
Lançamento: Novembro / 2021
Formato: 14x19 cm
Páginas: 240
ISBN: 978-65-88750-21-6


Leia aqui um trecho do livro


Sobre o livro:


Ágil mesmo nu é a primeira coletânea de poemas de Miguel-Manso publicada no Brasil, e reúne trabalhos de quase todos os seus livros, publicados em Portugal desde 2008, além de poemas inéditos. De acordo com o autor, responsável pela seleção e pela organização do conjunto, a proposta do volume é lançar um olhar panorâmico sobre sua poética, organizando os poemas não de uma forma cronológica, mas experimentando outras relações entre os textos. 

No posfácio à obra, Patrícia Lino afirma:

"A poesia escrita hoje em língua portuguesa pode ser dividida generalizadamente em três. A dos poetas de umbigo grande, que rebola e se contorce exasperadamente sobre si e que, ao não se desdobrar em técnica, perdeu há muito tempo o ouvido. A dos karatekas bodybuilders que se desdobra em técnicas várias e que, ao fazê-lo de modo excessivo, se assemelha à prática de um fitness métrico, e nada diz. E a dos que, sem esquecer a forma, não só ampliam substancialmente as perguntas narcísicas dos primeiros, como também escrevem a partir do privilégio, dos outros e das coisas, buscando, com algum e confirmado fracasso, respostas e, sobretudo, mais perguntas que, por serem tão coletivas quanto difíceis, encaram humildemente a vida e os percalços do ofício. Miguel-Manso pertence ao último grupo."


Sobre o autor:


Miguel-Manso nasceu em Santarém em 1979. Viveu em Almeirim, Lisboa, e hoje mora num lugar da Sertã. Estudou desenho, ciências documentais e tem trabalhado como instrutor de Karate; ao mesmo tempo co-dirige a Casa de Gigante - Associação cultural Mandriões no Vale Fértil. Publica livros de poemas desde 2008 e em cinema realizou, com João Manso, as longas metragens Bibliografia (2013) e Passagem dos Elefantes (2022). Faz parte do catálogo de editoras portuguesas como Douda Correria, Relógio D’Água, Tinta-da-China, e da indiana Poetrywala. Chega agora ao Brasil pela editora Macondo. Textos seus integram um conjunto significativo de antologias e revistas literárias portuguesas e estrangeiras. Através da Poesia tem-lhe sido possível viajar um pouco pelo mundo, lendo os seus poemas.