Livros



Selvagens
Anderson Pires da Silva



Ladrões de carros, armas mortais, lokitas bebendo vodka barata no estacionamento do supermercado, Juiz de Fora selvagem. Anderson Pires da Silva volta com fúria a essa plaquete, influenciado pela cultura beat mastigada pela cultura de massas, desenha poemas selvagens, criando uma poética que, se não sua, estava até então adormecida pelo soterramento que o "poema sério" provocou sobre a geração marginal brasileira.

Coleção Guilhotina #01

Lançamento: 2015
2ª edição: 2016
Formato: 13x18
Páginas: 20
Preço: R$10,00

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Olhos livres
Alexandre Faria



Quantos sentidos convoca a leitura de um livro? O que é, na verdade, a leitura um livro? Quando a prática de ler desliza pra fora dos olhos e cai em outros abismos, temos todas as potências que busca este novo trabalho de Alexandre Faria. Mais do que uma seleção de poemas, Olhos livres é uma construção de possibilidades poéticas, recomendada para leitura não-humana.

Coleção Guilhotina #02

Lançamento: 2015
Formato: 13x18
Páginas: 16
Preço: R$7,00

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Todo poema é a história de uma perda
Laura Assis



Se todo poema é mesmo a história de uma perda, não cabe a Laura Assis responder, mas sim aos leitores que encontram três possibilidades de registros, ou fugas, neste novo trabalho da poeta. Todo poema é a história de uma perda é um breve texto poético, com três paradas que se comunicam e, ao mesmo tempo, se apagam. Existem neste livro mais desastres do que uma fotografia ou um poema poderiam suportar.

Coleção Guilhotina #03

Lançamento: 2016
Formato: 13x18
Páginas: 16
Preço: R$10,00

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Uma prosa de Sócrates
André Monteiro



Psicografada pelo rapsodo André Monteiro, Uma prosa de Sócrates é um ensaio poético-político do filósofo grego que passeia hoje em dia pela cidade. Os cantos e as multidões, os cavalos que vão se espalhando pelo caminho, Sócrates poeta de botequim. As vozes que são recolhidas se dividem em fragmentos nesse grande discurso para os que chegam atrasados na falação do banquete.

Coleção Guilhotina #04

Lançamento: 2016
Formato: 13x18
Páginas: 32
Preço: R$12,00

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A metáfora mais gentil do mundo gentil
Carla Diacov



Uma das poetas mais instigantes da nova geração chega às Edições Macondo trazendo uma "poética dos banheiros". A metáfora mais gentil do mundo gentil, primeiro livro de Carla Diacov editado no Brasil, é um apanhado íntimo de situações e registros de uma voz espantada e eufórica, que corre linhas como se deixasse aberta a porta do banheiro público e chamasse os leitores ao redor.

Coleção Guilhotina #05

Lançamento: 2016
Formato: 13x18
Páginas: 40
Preço: R$12,00

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Dito apenas que comido
Daniel Valentim Mansur


Dito apenas que comido aposta em poemas circulares, que acabam por conceber a obra como um movimento. Assim, pelos poemas, somos levados às memórias da avó e do Líbano, mas também ao grão e ao arado. Mas esse retorno, e a circularidade acima apontada, não significam uma poesia estática ou apenas nostálgica. Pelo contrário, o retorno se faz enquanto movimento contínuo, é o deslocamento que possibilita pensar o agora, a cidade e o alimento, além do próprio poema

Coleção Guilhotina #06

Lançamento: 2016
Formato: 13x18
Páginas: 24
Preço: R$12,00

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Outros tipos de disparos

Otávio Campos




Outros tipos de disparos é um passeio pela memória acompanhado de imagens gravadas também por uma câmera cinematográfica. A memória, a imagem, o corpo a ser lembrado confundem-se nessa peça poética construída através de cortes e fugas.

Lançamento: 2016
Formato: 10x14
Páginas: 24
Preço: R$10,00


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Vista aérea y otros poemas
Alfonsina Brión



Alfonsina Brión é um dos jovens nomes da atual poesia argentina. Nessa seleção de poemas é possível vislumbrar uma cartografia afetiva que ultrapassa as barreiras do Google Maps. Em um momento em que a tecnologia parece desumanizar as relações interpessoais, a poética de Alfonsina tensiona essa ideia em um projeto aberto ao outro e às possibilidades de se reconstruir identitariamente.

Seleção e tradução Anelise Freitas

Lançamento: 2016
Formato: 11x18
Páginas: 40
Preço: R$15,00

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Pode ser que eu morra na volta
Anelise Freitas




Segunda edição de um dos títulos mais vendidos da antiga coleção "Cadernos de Ausência", Pode ser que eu morra na volta é um longo ensaio-canção dividido em três partes que discutem, sobretudo, o retorno. Anelise Freitas se volta sobre o corpo e sobre as fotografias instantâneas que que marcam o corpo e suas relações com o mundo nesse mamafesto que tensiona prosa, poesia, ensaio, experiência.

Lançamento: 2015
2ª edição: 2016
Formato: 10 x 14
Páginas: 24
Preço: 10,00

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O tal setembro

Anelise Freitas


Setembro é o nono mês do ano e tem duração de 30 dias. Seu nome orignina-se da palavra latina septem, dado que era o sétimo mês do calendário romano. Próximo ao seu vigésimo segundo dia o Sol cruza o equador celeste rumo ao sul; dá-se o nome de equinócio de Setembro. Começa também o outono, no Hemisfério Norte, e a primavera, no Hemisfério Sul. O tal setembro é uma série de poemas, escritos durante o nono mês do ano de 2012 e reescritos em 2016.

2ª edição: 2016
Formato: 10 x 14
Páginas: 40
Preço: 10,00

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Vaca contemplativa em terreno baldio

Anelise Freitas


Lançado em 2011, Vaca contemplativa em terreno baldio inaugurou uma nova série poética em Juiz de Fora, com seus versos ágeis, políticos e eróticos. Esgotado há alguns anos, o livro de estreia de Anelise Freitas volta a circular agora nesse projeto de reedição da obra da poeta, com apresentação de Laura Assis.

2ª edição: 2016
Formato: 10 x 14
Páginas: 48
Preço: 12,00


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Maria Célia

Fernanda Vivacqua



Muitas mulheres atravessam Maria Célia, primeiro livro de Fernanda Vivacqua.A poeta tende a escrever a memória como quem manipula um filme fotográfico. Presa no quadro, a imagem parece reter toda a violência do indomável. Não é a memória, é uma fotografia. Isto, antes de tudo, é um livro, não é a memória. Maria Célia é um acerto porque não se propõe a ser um álbum de memórias, mas se impõe como uma coleção de presenças. Um livro "denso e fascinante", como aponta no Prisca Agustoni.

Lançamento: 2016
Formato: 12x18
Páginas: 56
Preço: 20,00

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Cabeça de cavalo
Mariano Alejandro Ribeiro


O jovem poeta Mariano Alejandro Ribeiro lança seu primeiro livro no Brasil, Cabeça de cavalo, pelas Edições Macondo. Integrando a coleção Casa de Barro, Mariano – nascido na Argentina e radicado em Portugal – apresenta uma poética construída em constante trânsito, onde o deslocamento é o que o faz, justamente, afirmar sua singularidade. Logo, se, por um lado, Cabeça de cavalo convida o leitor a olhar para diferentes direções e referências, por outro, ele nos aproxima de uma poética vigorosa, que fala por si só, afirmando sua voz. 

Coleção Casa de Barro #1

Lançamento: 2017
Formato: 12 x 18
Páginas: 56
Preço: 25,00

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Muimbu
André Capilé


Segundo livro da coleção Casa de Barro, Muimbu, de André Capilé, é um longo canto que passeia pelo ritualístico e pelo místico religioso, sem perder a densidade formal e imagética que acompanham a obra do poeta. As seções, ou poemas, "Kzuela", "Ngana Jila Kaliban", "Mbamba Guza", "Kisanga" e "Kuenda" remontam uma resposta à ancestralidade, com uma voz trespassada pelas raízes africanas e pelo kimbundu, construindo o que o poeta e crítico Alexandre Faria denominou de "épico contemporâneo".
  
Coleção Casa de Barro #2

Lançamento: 2017
Formato: 12 x 18
Páginas: 68
Preço: 25,00

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Casa dos Ossos
Prisca Agustoni


Último livro da poeta suíça radicada no Brasil, Casa dos Ossos é uma retomada à imagem da casa que vem sendo trabalhada por Prisca Agustoni em suas últimas obras, mas agora com uma forte presença do corpo, beirando o erotismo. A voz que frequenta esta terceira casa de barro, em breves poemas, discute o lugar estrangeiro que sua imagem vai tomando dentro das casas que habita, sejam elas a construção física, os ossos que sustentam o corpo, ou mesmo a própria palavra, que denuncia sua condição inexata e errante.
  
Coleção Casa de Barro #3

Lançamento: 2017
Formato: 12 x 18
Páginas: 60
Preço: 25,00

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